segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

ODIN

Divindade máxima do panteão escandinavo pré-cristão, Odin era o deus da guerra e a encarnação do conhecimento mágico e da inspiração poética, atribuições que lhe conferem singular complexidade.
No contexto geral da mitologia germânica, destaca-se Odin, também sob os nomes de Wotan, Wodan e Woden, como a figura de maior relevo, embora não se saiba ao certo se foi venerado em todas as tribos. O historiador romano Tácito o identificou com o romano Mercúrio e, assim, a quarta-feira (mercredi em francês, mercoledi em italiano e miércoles em espanhol), dia de Mercúrio, tornou-se dia de Wotan; daí Wednesday em inglês, com o mesmo significado.
Na literatura, Odin aparecia como protetor dos heróis, e reunia na mansão celeste do Valhalla os grandes guerreiros mortos. Mas era também um mago, conhecedor das runas (caracteres da escrita escandinava) mágicas, que adquirira sua sabedoria em troca de um olho. Tornou-se também o deus da poesia, após ter roubado o "hidromel dos poetas".
A aparência de Odin era a de um homem alto, velho, de barba longa e um só olho. Em geral era representado com um manto e um chapéu de abas largas.  Seus animais simbólicos eram o lobo e o corvo. Montado em Sleipnir, seu cavalo mágico de oito patas, podia galopar no ar e sobre o mar. A lança que Odin normalmente carregava era tanto um símbolo de autoridade como uma arma.
Fonte: Enciclopédia Barsa.

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