sábado, 22 de março de 2014

VAMPIROS

As histórias de vampiros, amplamente difundidas por todo o mundo, provêm do fabulário húngaro do século XVIII. Foi no entanto o romance Dracula, de Bram Stoker, adaptado para o cinema na década de 1930, o responsável pela grande divulgação das histórias de vampiros.
Vampiro, de acordo com a superstição popular, é a alma aflita de um suicida, criminoso ou herege que sai de sua sepultura à noite, em geral sob a forma de morcego, para beber o sangue de seres humanos. Suas vítimas transformam-se também em vampiros. Ao romper do dia, o vampiro deve retornar a sua cova ou para um caixão que contenha terra de seu local de origem.
O típico vampiro tem rosto pálido, olhos arregalados e dentes caninos salientes. Alimenta-se mordendo o pescoço de suas vítimas e sugando-lhes o sangue. Os métodos para reconhecer vampiros (eles não projetam sombra e sua imagem não se reflete em espelhos) e para repeli-los (mostrando-lhes um crucifixo ou dormindo com uma coroa de alhos em volta do pescoço) são bastante conhecidos das crianças, assim como as formas de vencê-los definitivamente: fincar uma estaca em seu coração, queimá-los ou destruir o local onde repousam durante o dia.

Entre os demônios da tradição folclórica antiga, o vampiro obteve o sucesso literário mais notável e constante durante o século XX, devido, em grande parte, à popularidade do romance gótico Dracula (1897), do autor britânico Bram Stoker. O conde Drácula, vilão morto-vivo da Transilvânia, tornou-se o tipo representativo de vampiro. Esse romance, uma peça encenada em 1927 e uma série de filmes transformaram o interesse por vampiros numa verdadeira mania. O clássico filme Dracula (1931), dirigido por Tod Browning e estrelado por Bela Lugosi, serviu de modelo para dezenas de filmes de vampiros produzidos a partir de meados do século XX.
Fonte: Enciclopédia Barsa.

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